15 dezembro 2017

A conversão muda a nossa mundivisão

"Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações, ouvindo o teu amor e a fé que tens para com o Senhor Jesus Cristo e para com todos os santos; para que a comunicação da tua fé seja eficaz, no conhecimento de todo o bem que em vós há, por Cristo Jesus. Tive grande gozo e consolação do teu amor, porque por ti, ó irmão, o coração dos santos foi reanimado." (Filemon 1:4-7)

Nesta pequena carta, quase um bilhete pessoal de Paulo, o apóstolo roga que Filemon receba Onésimo, um escravo que tinha fugido do seu senhor, mas que se tinha convertido a Cristo. Embora Paulo estivesse preso, não cessava de anunciar e pregar o Evangelho. Que grande exemplo para nós. Por mais difíceis que sejam as nossas circunstâncias, continuemos incessantemente a falar do amor de Deus e da salvação que há em Jesus Cristo. Paulo esperava que Filemon perdoasse e aceitasse novamente Onésimo, não como um escravo foragido, mas como um irmão em Cristo (v.16,17). Paulo contava que o amor e a fé que Filemon já tinha evidenciado anteriormente, também se manifestasse agora nesta questão. O amor e a fé em Deus são coisas práticas. Traduzem-se em perdão, reconciliação, restauração e encorajamento mútuo. A conversão a Deus tem que mudar a nossa mundivisão e a forma como nos relacionamos com as outras pessoas.